Mostrando postagens com marcador Luzia Cambará. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luzia Cambará. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de março de 2013

Você entrevista: Mayana Moura

O que gostaria de saber sobre a Mayana? Bem, agora você tem a oportunidade de entrevistá-la graças à Revista Quem que selecionará algumas perguntas.





Em “Guerra dos Sexos”, Mayana Moura interpreta a secretária Veruska Brandão, uma mulher falsa e sem caráter que se finge de amiga da Roberta Leone, vivida por Glória Pires. A atriz estreou na TV Globo como a estilista Melina, em “Passione” (2010), e seu cabelo chanel castanho escuro ficou entre os mais pedidos da emissora.

Aos 17 anos foi descoberta como modelo e abandonou a carreira para se dedicar a sua banda O.M.I, quando morava em Los Angeles. Esse ano, a cantora e ex-modelo, também poderá ser vista nos cinemas como a sofisticada e sombria Luzia, de “O Tempo e o Vento”. Na vida real, Mayana, de 30 anos, já foi gótica e  atualmente está solteira.

Para participar, mande sua pergunta para o mail quemonline@edglobo.com.br. Não esqueça de colocar nome completo, cidade e Estado onde mora. Sua pergunta pode ser publicada na revista QUEM.

Vai perder essa chance? Mande agora a sua pergunta sobre a Mayana e sacie suas curiosidades sobre ela.

 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Globo Filmes entrevista Mayana Moura

Integrante do elenco da novela “Guerra dos Sexos”, em que vive a oportunista Veruska Brandão, Mayana Moura poderá ser vista este ano na pele de outra mulher polêmica: a bela, sofisticada e sombria Luzia, de “O Tempo e o Vento”. Adaptação para cinema de “O Continente”, primeiro livro da clássica trilogia de Érico Veríssimo, o filme narra a saga da família Terra Cambará e tem como pano de fundo a história do Rio Grande do Sul. Nesta entrevista, a atriz carioca diz o que a encanta na personagem, sua predileta na literatura brasileira, explica que compreende seu fascínio pela morte por já ter sido gótica e diz que queria ser gaúcha. “O Tempo e o Vento” tem coprodução da Globo Filmes.

A Luzia é uma personagem especialmente controversa e misteriosa. Que leitura você fez dela?
 
A faceta mais interessante da Luzia para mim é a relação de atração e repulsa que ela tem com a morte. Acho que justamente por temê-la tanto ela procura entendê-la melhor. Fui gótica e compreendo bem isso, bem como sua natureza impetuosa. Muitos góticos sentem isso. Ela era gótica em 1850. Em um diálogo com o Dr. Winter, ela diz acreditar que ser bom ou mau é uma questão de ter mais ou menos coragem e, depois, ele conclui que, de fato, ser bom é fácil; difícil é expressar os sentimentos ruins. A Luzia tinha a coragem de ser cruel, de ser diferente, e pagou um preço alto por isso. Já a maior fragilidade dela é o fato de ter sido adotada, de ser uma órfã.



(Ex-gótica, atriz interpreta a bela e sombria Luzia, mulher fascinada pela morte, em O Tempo e o Vento.)

 
No que consistiu a preparação para o papel?
 
A preparação foi justamente reler e muito “O Continente” e entender melhor essa mulher, o que não foi muito difícil para mim. Ela já era minha personagem favorita da literatura brasileira - imagina como fiquei feliz e comprometida ao interpretá-la – e o texto é muito rico em detalhes. Fui atrás do mito da Teiniaguá*, que revela em parte a natureza dela. Além disso, me inspirei em “Psicologia de um Vencido”, poema de Augusto dos Anjos.
 


*Conhecido na região dos pampas, o mito narra a história de uma princesa moura transformada em um ser com corpo de salamandra e um rubi no lugar da cabeça, a Teiniaguá. Sua relação com um sacristão estaria na origem da ascendência indígeno-ibérica do povo gaúcho.  

É também uma mulher muito sofisticada para aquele ambiente de Santa Fé.
 
Ela se metia nas conversas de homens cultos sobre política, filosofia e literatura, e os olhava nos olhos numa época em que as mulheres baixavam a cabeça diante de um homem. Era forte, corajosa, culta e linda. Vestia-se muito bem, era rica e tocava cítara. Uma verdadeira rock star em 1850. Pro povo de Santa Fé, era uma estrangeira em todos os sentidos; estranha e diferente de todas as mulheres. Despertava ao mesmo tempo medo e um fascínio magnético em todos. Ninguém tirava os olhos dela, que olhava pra tudo com um olhar gelado de estátua. 

  



No livro, a relação da Luzia com o marido Bolívar e a sogra Bibiana é muito tensa e conflituosa. Houve alguma cena forte que tenha exigido mais de você e dos atores com os quais você contracenou?
 
Houve sim. Uma cena em que Luzia volta de Porto Alegre, cidade que estava tomada pela peste, e Bibiana não a deixa ver seu filho, Licurgo, com medo de ela estar contaminada e passar a doença para o menino. Luzia fica furiosa com a sogra e apanha, pela primeira e única vez, de seu marido, Bolívar. Foi uma cena difícil. Por conta disso, Bolívar vai de encontro à morte pouco tempo depois. Ele não aguentava mais ficar entre a mãe dominadora e a esposa provocadora.

 

  
Você é cantora e compositora, ou seja, tem uma veia musical assim como a personagem, que toca cítara. Você precisou tocar o instrumento em alguma cena? 
 
Tive sim algumas aulas para aprender a tocar cítara. Foi demais! Que instrumento lindo! Difícil, mas lindo! Gostei do desafio. Cheguei a aprender uma única música, que toco no filme. Sei  tocar violão e guitarra. 


Como foi a experiência de gravar no Sul? Estar lá te ajudou a mergulhar no universo de Santa Fé?
 
Eu amo o Sul! É o lugar que mais gosto no Brasil! Queria ser gaúcha! Adoro cavalos, verde e fazendas. Além disso, as paisagens são deslumbrantes e as pessoas, diretas e fortes. Tenho muitos amigos gaúchos. Por isso, foi uma honra ajudar a contar essa história importantíssima tanto para o Sul quanto para o nosso país. E um prazer conhecer mais de perto essa cultura rica, que tanto me chamou atenção a vida toda. 



   

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Mayana Moura muda o visual


Mayana deu adeus aos cabelos longos e mais escuros que fazia parte da caracterização da sua personagem Luzia em O Tempo e o Vento. Agora, possui os fios mais claros num tom acobreado e estão mais curtos, justamente para dar vida a Veruska, sua nova personagem na novela Guerra dos Sexos. Guerra dos Sexos que é uma trama original de Sílvio de Abreu, passará por uma adaptação do próprio autor aos dias atuais e substituirá a novela Cheias de Charme, atualmente no ar no horário das 19h.





Mayana e Rudi Werner, responsável por sua mudança.


Mais fotos na galeria. Acesse clicando aqui.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Novas fotos de Luzia - O Tempo e o Vento

Novas fotos de Mayana Moura como Luzia em O Tempo e o Vento. A personagem que passará maus bocados após a morte de Bolívar (Igor Rickli), mostra mais uma vez seu olhar expressivo em uma das fotos.

Ficaram curiosos? Em 2013 poderemos deleitar-nos com essa fantástica produção sobre a obra de Érico Veríssimo e saber tudo sobre a Luzia de Mayana. Abaixo confira as fotos:





Créditos: Equipe de O Tempo e o Vento

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Entrevista exclusiva com Mayana Moura sobre Luzia Cambará

Preparamos uma entrevista inédita com a atriz Mayana Moura, sobre a personagem Luzia Cambará, do longa O Tempo e o Vento. Vocês não vão encontrá-la em nenhuma revista, pois foi feita para este blog. Espero que gostem!
Cliquem nas fotos para ampliar!


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mayana Moura encerra sua participação em O Tempo e o Vento

Mayana Moura, que deu vida a personagem Luzia Cambará, já encerrou a sua participação no filme. A personagem que é dona de uma personalidade desafiadora, com certeza se tornou mais um marco na carreira da excelente atriz. A seguir trazemos a foto do parto onde Luzia dá a luz a Licurgo, seu filho com Bolívar, e uma foto do olhar marcante de Mayana como Luzia.



                             


Trecho do livro descrevendo a Teiniaguá:

As mulheres reparavam nos seus vestidos, nos seus penteados, nos seus “modos de cidade”, mas, bisonhas, não tinham coragem de se aproximar da recém-chegada, tomadas duma grande timidez e duma sensação de inferioridade. Em muitas esse acanhamento se transformava em hostilidade; noutras tomava a forma de maledicência. Luzia era rica, era bonita, tocava cítara – instrumento que pouca gente ou ninguém ali na vila jamais ouvira – sabia recitar versos, tinha bela caligrafia, e lia até livros. Os que achavam que Santa Fé não podia dar-se o luxo de ter um sobrado como o de Aguinaldo, agora acrescentavam que a vila também “não comportava” uma moça como Luzia.


domingo, 27 de maio de 2012

O Tempo e o Vento: o casamento de Luzia e Bolívar

Neste sábado (26/05/2012), foram retomadas as gravações do filme O tempo e o vento de Jayme Monjardim, em Pelotas. Pela manhã, a partir das 7h, a equipe gravou na capela da Beneficência Portuguesa a passagem que retrata o casamento de Luzia (Mayana Moura) e Bolívar (Igor Rickli). Foram utilizados em torno de 30 figurantes.





Mais uma vez, a personagem Luzia chama a atenção pelo seu figurino elaborado e, dessa vez, homenageou o estilo romântico, usando um vestido branco com rendas, babados e mangas à moda antiga. 

Nas palavras do fotógrafo Nauro Júnior: 
"Uma foto para eternizar aquele momento mágico, onde pessoas reais entram dentro das páginas de um livro e viram personagens. O registro é para quando voltarem a realidade, o pedaço de papel em forma de fotografia, seja uma espécie de bilhete onde um personagem do passado lhe manda um recado. 
- Tu não estava sonhado. Realmente fostes convidado para o casamento do filho do Capitão Rodrigo."

As fotos acima são de Nauro Júnior, que tem 40 anos de vida e 20 de fotografia. Há 13 anos é fotógrafo da sucursal da Zero Hora em Pelotas, responsável pela cobertura dos municípios do sul do Estado. 

Abaixo, algumas fotos do fotógrafo Fernando Nipper:



Mais uma foto da Milena Fischer:


quinta-feira, 24 de maio de 2012

O Tempo e o Vento - Últimas cenas de Luzia e Bolívar gravadas em Bagé

Nesta quinta-feira, 24, a equipe de O Tempo e o Vento se despede de Bagé, no Rio Grande do Sul, e parte novamente para Pelotas, onde serão rodadas as últimas cenas do segundo longa-metragem do diretor Jayme Monjardim.



O filme deve terminar de ser gravado em 3 de junho. 
Mas, antes disso, foram filmadas as últimas cenas de Luzia (Mayana Moura) e Bolívar (Igor Rickli), na cidade de Bagé. 
Fotos: Albert Moreira

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O deslumbrante figurino de Luzia

No longa "O Tempo e o Vento", a personagem Luzia Cambará (Mayana Moura), permitiram ao figurinista Severo Luzardo Filho e à diretora de arte Tiza Oliveira uma liberdade poética para criar. Luzia é uma forasteira em Santa Fé, de origem incerta e costumes raros para as pessoas do local. Tem uma altivez que inspira arrogância, e abusa de roupas incrivelmente elaboradas, que de fato destoam da realidade de Santa Fé. Para criar o figurino de Luzia, Severo buscou tecidos importados, rendas, chapéus e prataria para compor acessórios – inclusive em antiquários argentinos.


Durante as filmagens, em Bagé, a equipe se impressiona a cada vez que Mayana surge em cena. Seja ostentando um luto luxuoso ou passeando com um deslumbrante vestido azul claro, Luzia está sempre usando vestidos minuciosamente elaborados, que ajudam a compor uma das personagens mais intrigantes da obra de Erico Verissimo.



Vamos falar um pouco da lenda da Teiniaguá, que inspira a personagem Luzia, na obra de Érico Veríssimo:

      "Ícone da cultura gaúcha, a Teiniaguá, é uma princesa Moura, transformada em lagartixa pelo Diabo Vermelho dos índios, Anhangá-Pitã. Séculos atrás, quando caiu o último reduto árabe na Espanha, veio fugida e transfigurada em uma velha; para que não fosse reconhecida e aprisionada.
Corpo de lagartixa (ou salamandra), encontra-se no lugar de sua cabeça uma pedra preciosa cintilante, cor de rubi, que fascina os homens e os atrai, destinada a viver em uma lagoa no Cerro do Jarau.
     Mas um dia o sacristão da igreja da aldeia próxima, assolado pelo calor, foi até a lagoa refrescar-se. Ao se aproximar percebeu que a lagoa fervia e na sua frente a Teiniaguá surgiu, rapidamente ele a agarrou, a aprisionou em uma guampa, e foi para seus aposentos atrás da igreja. Durante a noite, ao abrir a guampa, ocorre uma mágica, ela volta a ser mulher e lhe pede vinho. Sabendo que o único vinho que podia oferecer era o do padre, não hesitou em buscá-lo. Todas as noites o fato se repetia, e os padres começaram a desconfiar; uma noite entraram no quarto do sacristão, a Teiniaguá, rapidamente se transformou em lagartixa e fugiu para as barrancas do Uruguai, ele foi preso.
         O sacristão foi condenado a morte, e no dia da aplicação da sentença, sua amada sentiu um mau pressentimento e voltou à aldeia para resgatá-lo. Utilizando magia, o encontrou e nesse momento houve um grande estrondo, que produziu fogo e fumaça e tudo afundou.
        Ficaram confinados após isso, em uma caverna profunda, chamada de Salamanca do Jarau. De onde só sairiam quando surgisse alguém capaz de cumprir as sete provas: as espadas ocultas na sombra, a arremetida de jaguares e pumas furiosos, a dança dos esqueletos, o jogo das línguas de fogo e das águas ferventes, a ameaça da boicininga amaldiçoada (única que não está presente na literatura épica, é um proveitamento folclórico), o convite das donzelas cativas, o cerco dos anões.
         Com os desafios superados, seria concedido ao valente vencedor um desejo, o qual, ele deveria depois renegar. Após duzentos anos, chega à furna um gaúcho chamado Blau, que conheceu a lenda através de sua avó charrua. Sem hesitar ele cumpriu as provas, pórem, não desejou nada. A princesa ficou triste, pois assim não conseguiriam, ela e seu amado sacristão, libertarem-se do encanto. Quando o gaúcho montava em seu cavalo para ir embora, o sacristão lhe deu uma moeda de ouro, como lembrança de sua estada; sem poder recusar, colocou a moeda no bolso e foi embora.
        Alguns dias depois ficou sabendo que um amigo seu desistira de ser criador de gado, lembrou da moeda e foi comprar um boi, mas ao retirá-la para pagar foram surgindo novas moedas e ele conseguiu comprar todos. Admirado com a riqueza de Blau, o amigo espalhou a notícia, e todos ficaram espantados com ela. Acreditando que ele havia feito um pacto com o demônio, ninguém mais quis lhe vender nem comprar nada. Sentindo saudade da vida de antes, voltou à gruta para devolver a moeda mágica. Chegando lá, contou a história ao sacristão e lhe devolveu a moeda. Ao colocá-la em sua mão, o feitiço foi quebrado com uma grande explosão. Da furna saíram os dois condenados, transformados em um belo casal de jovens. Casaram-se e trouxeram a descendência indigeno-ibérica aos povoados do Rio Grande do Sul." Fonte: Wikipedia

terça-feira, 15 de maio de 2012

Novas fotos das filmagens e bastidores de "O Tempo e o Vento"

Abaixo, algumas fotos dos bastidores e filmagens do longa "O Tempo e o vento", em Bagé:


 






Mayana Moura em Bagé: