Ocorrerá a pré-estreia do filme, em duas sessões, no Cine 7 (cinema da cidade de Bagé-RS), dia 18 de setembro.
No entanto, o empresário Sérgio
Gonçalves, proprietário do cinema, anunciou que continuará com as
exibições abertas à comunidade de Bagé e região após a pré-estreia,
incluindo três sessões em cada um dos dias 20, 21 e 22 de setembro,
sexta, sábado e domingo. “Meu objetivo é ter o filme disponível por uma,
duas ou mais semanas”, declarou o empresário. Para isso, depende da
distribuidora Downtown Filmes.
Por se tratar de um épico do Rio Grande do Sul, adaptado da obra do
maior escritor gaúcho, Érico Veríssimo, e mais de 70% das cenas
realizadas em Bagé, a expectativa é que o Cine 7, com seus 200 lugares,
lote em todas as sessões da primeira semana de exibição, contando com a
presença de público das cidades vizinhas.
Nos sites de
celebridades, Mayana Moura é mais uma estrela da TV. Mas para o ELA, a
carioca integra o hall das musas de Karl Lagerfeld. A Cara Delevingne de
dez anos atrás. Descoberta no início dos anos 2000 por Mario
Testino, que a fotografou como a nova Garota de Ipanema para a
“Visionaire”, Mayana estrelou campanhas da Chanel e Salvatore Ferragamo
muito antes de surgir como Melina Gouveia, a estilista de cabelos à la
Vidal Sassoon de “Passione” (2010).
Aos 30 anos, Mayana está hoje
com os cabelos compridos e levemente avermelhados. Faz terapia há pouco
tempo — embora não seja exatamente uma entusiasta. Seu visual é menos
punk do que quando surgiu na moda, com piercing e estilo inspirado em um
de seus ídolos da época, Marilyn Manson. — Tenho gostado mais de
corte de alfaiataria, de peças mais sérias. Gosto de comprar roupas que
durem. Não sou muito consumista. Aliás, as roupas no Brasil estão caras à
beça — reclama a atriz, que posou neste ensaio, com saias longas e as
jaquetas biker mais desejáveis da temporada — Não diria que meu estilo é
menos rock’n’roll.
A cantora e atriz francesa Françoise Hardy,
fonte de inspiração para Nicolas Ghesquière, é uma das referências de
estilo de Mayana. David Bowie também. Já Marilyn Manson perdeu espaço na
lista de preferidos da atriz carioca.
— Eu tinha dois amores
iguais: Lou Reed e Manson. Mas acho que hoje vejo o Manson bem menos
como um ídolo. O Lou Reed é mais forte, interessante e me influencia
mais — avalia a atriz, que anda “ouvindo direto” o músico israelense
Asaf Avidan.
Mayana acaba de entrar de férias depois de
interpretar a vilã Veruska em “Guerra dos Sexos” e aguarda a estreia do
filme “O tempo e o vento”, de Jayme Monjardim, que também será
transformado em minissérie na Globo, prevista para janeiro. No longa,
ela vive Luzia (“Minha personagem favorita da literatura brasileira”) e
toca, de verdade, cítara.
Neste intervalo do trabalho como atriz,
ela volta à música. Depois de ser baixista da banda OMI, quando morava
em Nova York, vocalista e compositora da Glass’n’Glue, no Rio, e de
gravar o EP solo “Mayana”, ela surge com um novo projeto. Desta vez,
regravou músicas dos anos 70 com o diretor Mauro Lima. O duo chamado
Georges et Feuchard (sobrenomes francês, dele, e alemão, dela) deve ser
lançado no fim do ano. O disco é de rock?
— Não, é meio psicodélico. O Mauro faz todos os instrumentos, e eu a voz. Mauro
é um de seus melhores amigos. No dia da manifestação na Presidente
Vargas, que terminou em confusão em frente à Prefeitura, Mayana
acompanhava Mauro no set do filme “Tim Maia”. Não foi às ruas, mas está
atenta.
— É importante lutar pelos direitos de forma pacífica. A cura gay parece piada de mal gosto, um retrocesso. Ex-baixista,
ex-modelo, ex-estilista. Pode-se defini-la desta forma. Mas sua
trajetória profissional traduz um pouco mais de sua personalidade e
formação. A multiplicidade de talentos aponta para uma amplitude de
interesses e aspirações, típica da Geração Y, nome dado aos que nasceram
a partir dos anos 80. A atriz, porém, não concorda muito:
— Na
verdade, eu me sinto mais como uma artista, da maneira mais ampla mesmo.
Ficaria feliz como artista plástica, como fotógrafa e até desenhando
roupas ou maquiando. Ou seja, ex é um prefixo que ela não conjuga muito. Mayana é tudo ao mesmo tempo agora. E com convicção.
A atriz que interpretou por último a ardilosa Veruska, de Guerra dos Sexos, respondeu à perguntas que os leitores da Revista Quem (Edição 657) fizeram.
A atriz, modelo, cantora, compositora e pintora Mayana Moura
considera sua carreira “absurda”. E é por aí mesmo, afinal, a carioca
de 30 anos estreou na TV na novela Passione, em 2010, vivendo nada menos
que uma das filhas de Fernanda Montenegro. Já no mundo da moda quem lhe
abriu as portas foi Mario Testino, um dos principais fotógrafos da
atualidade. “Os degraus não foram gradativos”, diz ela, que é a Veruska
de Guerra dos Sexos, mas, artista múltipla e inquieta, prepara-se para
estrear no cinema nos próximos meses em O Tempo e o Vento e está
gravando um CD com clássicos do rock. Na conversa com a repórter Ana
Paula Bazolli, ela respondeu às perguntas dos leitores enviadas ao site
de QUEM e falou sobre vaidade e seu jeito gótico de ser: “É uma relação
de atração e repulsa pela morte”. 1. Como é interpretar a Veruska? Rafael Vasconcellos, São Paulo (SP) Foi uma das personagens mais difíceis que já fiz. Ela não tem nada a
ver comigo nem com meu universo. Quando recebo um papel, analiso e vejo
se tem algo dentro de mim para contribuir com a personagem. Para a
Veruska, fiz uma pesquisa intensa. Entender esse universo dos amantes
foi louco para mim. Assisti ao filme A Malvada, com Bette
Davis. Pensei que as pessoas fossem brigar comigo na rua, mas tive
dificuldade de fazer maldades com a Glorinha (a atriz Glória Pires, que
viveu a Roberta Leone de Guerra dos Sexos). 2. Que tipo de personagem você gostaria de interpretar e ainda não teve a oportunidade? Litiéli Bonet, Bagé (RS) Uma vampira, uma matadora de zumbis. Gostaria muito de fazer filme de terror, passei a vida vendo isso. Na Luzia de O Tempo e o Vento,
estou bem vampira. Deixaram minhas veias azuis todas aparecendo. Não
tenho mais essa obsessão hoje em dia por vampiros, mas gosto do tema.
3. Como avalia sua carreira? Isabel França, Formiga (MG) Acho minha carreira absurda. Meu primeiro trabalho na TV foi ser filha da Fernanda Montenegro, em Passione.
Minha primeira banda, O.M.I., abriu um evento em Nova York. Mario
Testino veio falar comigo do nada em uma festa e fui modelo aos 17 anos.
Sempre tive muita responsabilidade de cara, os degraus não foram
gradativos. De repente, pulava 50, caía 100. Foi um esforço. Tive muita
sorte para estar à altura desses pulos.
4. Você já foi gótica. Como foi essa fase? Liz Pereira, Rio de Janeiro (RJ) Ainda sou um pouco gótica. É uma relação de atração e repulsa pela morte. Por isso que fiquei muito feliz em fazer a Luzia de O Tempo e o Vento.
Ela é parecida comigo nesse sentido. Morreu muita gente na minha
família quando eu era nova e acho que fiquei interessada demais na
morte. Já tive muito medo de morrer, hoje em dia aceito. Tinha todos os
livros de vampiro que você possa imaginar.
5. Quais são os seus sonhos? Andreia Barbosa, por e-mail Sonho ter uma fazenda autossustentável. Sonho com um grande amor e fazer um disco especial que inspire as pessoas.
6. Pensa em se casar? Ter filhos? Lúcia Pinheiro, Porto de Galinhas (PE) Estou solteira desde outubro do ano passado. Penso em casar, sou bem
feliz em dupla. Preciso de alguém para isso (ter filhos), não seria mãe
solteira. Gosto de parceria.
7. O que faz para manter a forma? Já teve problemas com a balança? Regina Freitas, Barueri (SP) Eu era muito magra, sempre fui. Quando parei de fumar, em 2003, em Los
Angeles, engordei 9 quilos e fiquei do jeito que estou hoje. Não como
salada, achei um bicho na alface e nunca mais comi. Gosto de legumes
grelhados. Ando muito, já fiz ioga e fui campeã de equitação dos 7 aos
15 anos, mas meu cavalo morreu e parei. 8. É vaidosa? Se acha bonita? Ana Silva, por e-mail Faço as unhas, me cuido... Se isso for vaidade, sou vaidosa, sim. Gosto
de estar apresentável. Não gostaria de ter nenhuma outra cara. Gosto
muito do jeito que as coisas funcionam aqui para mim (fala apontando
para o rosto).
9. Posaria nua? Renata Pedrosa, São Paulo (SP) Posei apenas para uma campanha de botas da Chanel. Não consigo nem
andar de saia, sou muito pudica. Minha avó diz: “Mayaninha, você é muito
branquinha, não pode mostrar as pernas por aí”. Minhas veias azuis iam
bombar em 1800 (risos).
10. Você se arrepende de algo que não fez? Gabriela Telles, São Paulo (SP) Sou muito preocupada com essa questão. Sempre faço de verdade o que
quero fazer, para não ter esse problema, que para mim é um dos mais
tristes do mundo. Fizeram uma pesquisa com doentes terminais e o que
eles mais falam é arrependimento de coisas que não fizeram. Vivo mesmo.
Se amo, amo. Não tenho orgulho. Tenho tendência para viver intensamente e
nunca me arrependi.
O que gostaria de saber sobre a Mayana? Bem, agora você tem a oportunidade de entrevistá-la graças à Revista Quem que selecionará algumas perguntas.
Em “Guerra dos Sexos”, Mayana Moura interpreta a secretária Veruska Brandão, uma mulher falsa e sem caráter que se finge de amiga da Roberta Leone, vivida por Glória Pires.
A atriz estreou na TV Globo como a estilista Melina, em
“Passione” (2010), e seu cabelo chanel castanho escuro ficou entre os
mais pedidos da emissora.
Aos 17 anos foi descoberta como modelo e abandonou a carreira para se
dedicar a sua banda O.M.I, quando morava em Los Angeles. Esse ano, a
cantora e ex-modelo, também poderá ser vista nos cinemas como a
sofisticada e sombria Luzia, de “O Tempo e o Vento”. Na vida real,
Mayana, de 30 anos, já foi gótica e atualmente está solteira. Para participar, mande sua pergunta para o mailquemonline@edglobo.com.br. Não esqueça de colocar nome completo, cidade e Estado onde mora. Sua pergunta pode ser publicada na revista QUEM.
Vai perder essa chance? Mande agora a sua pergunta sobre a Mayana e sacie suas curiosidades sobre ela.
Integrante do elenco da novela “Guerra
dos Sexos”, em que vive a oportunista Veruska Brandão, Mayana Moura
poderá ser vista este ano na pele de outra mulher polêmica: a bela,
sofisticada e sombria Luzia, de “O Tempo e o Vento”. Adaptação para
cinema de “O Continente”, primeiro livro da clássica trilogia de Érico
Veríssimo, o filme narra a saga da família Terra Cambará e tem como pano
de fundo a história do Rio Grande do Sul. Nesta entrevista, a atriz
carioca diz o que a encanta na personagem, sua predileta na literatura
brasileira, explica que compreende seu fascínio pela morte por já ter
sido gótica e diz que queria ser gaúcha. “O Tempo e o Vento” tem
coprodução da Globo Filmes.
A Luzia é uma personagem especialmente controversa e misteriosa. Que leitura você fez dela? A
faceta mais interessante da Luzia para mim é a relação de atração e
repulsa que ela tem com a morte. Acho que justamente por temê-la tanto
ela procura entendê-la melhor. Fui gótica e compreendo bem isso, bem
como sua natureza impetuosa. Muitos góticos sentem isso. Ela era gótica
em 1850. Em um diálogo com o Dr. Winter, ela diz acreditar que ser bom
ou mau é uma questão de ter mais ou menos coragem e, depois, ele conclui
que, de fato, ser bom é fácil; difícil é expressar os sentimentos
ruins. A Luzia tinha a coragem de ser cruel, de ser diferente, e pagou
um preço alto por isso. Já a maior fragilidade dela é o fato de ter sido
adotada, de ser uma órfã.
(Ex-gótica, atriz interpreta a bela e sombria Luzia, mulher fascinada pela morte, em O Tempo e o Vento.)
No que consistiu a preparação para o papel? A
preparação foi justamente reler e muito “O Continente” e entender
melhor essa mulher, o que não foi muito difícil para mim. Ela já era
minha personagem favorita da literatura brasileira - imagina como fiquei
feliz e comprometida ao interpretá-la – e o texto é muito rico em
detalhes. Fui atrás do mito da Teiniaguá*, que revela em parte a
natureza dela. Além disso, me inspirei em “Psicologia de um Vencido”,
poema de Augusto dos Anjos.
*Conhecido na região dos pampas, o
mito narra a história de uma princesa moura transformada em um ser com
corpo de salamandra e um rubi no lugar da cabeça, a Teiniaguá. Sua
relação com um sacristão estaria na origem da ascendência
indígeno-ibérica do povo gaúcho.
É também uma mulher muito sofisticada para aquele ambiente de Santa Fé. Ela
se metia nas conversas de homens cultos sobre política, filosofia e
literatura, e os olhava nos olhos numa época em que as mulheres baixavam
a cabeça diante de um homem. Era forte, corajosa, culta e linda.
Vestia-se muito bem, era rica e tocava cítara. Uma verdadeira rock star
em 1850. Pro povo de Santa Fé, era uma estrangeira em todos os sentidos;
estranha e diferente de todas as mulheres. Despertava ao mesmo tempo
medo e um fascínio magnético em todos. Ninguém tirava os olhos dela, que
olhava pra tudo com um olhar gelado de estátua.
No livro, a relação da Luzia
com o marido Bolívar e a sogra Bibiana é muito tensa e conflituosa.
Houve alguma cena forte que tenha exigido mais de você e dos atores com
os quais você contracenou? Houve sim. Uma cena em que Luzia
volta de Porto Alegre, cidade que estava tomada pela peste, e Bibiana
não a deixa ver seu filho, Licurgo, com medo de ela estar contaminada e
passar a doença para o menino. Luzia fica furiosa com a sogra e apanha,
pela primeira e única vez, de seu marido, Bolívar. Foi uma cena difícil.
Por conta disso, Bolívar vai de encontro à morte pouco tempo depois.
Ele não aguentava mais ficar entre a mãe dominadora e a esposa
provocadora.
Você é cantora e compositora,
ou seja, tem uma veia musical assim como a personagem, que toca cítara.
Você precisou tocar o instrumento em alguma cena? Tive sim
algumas aulas para aprender a tocar cítara. Foi demais! Que instrumento
lindo! Difícil, mas lindo! Gostei do desafio. Cheguei a aprender uma
única música, que toco no filme. Sei tocar violão e guitarra.
Como foi a experiência de gravar no Sul? Estar lá te ajudou a mergulhar no universo de Santa Fé? Eu
amo o Sul! É o lugar que mais gosto no Brasil! Queria ser gaúcha! Adoro
cavalos, verde e fazendas. Além disso, as paisagens são deslumbrantes e
as pessoas, diretas e fortes. Tenho muitos amigos gaúchos. Por isso,
foi uma honra ajudar a contar essa história importantíssima tanto para o
Sul quanto para o nosso país. E um prazer conhecer mais de perto essa
cultura rica, que tanto me chamou atenção a vida toda.
Uma das produções brasileiras mais aguardadas acaba de ganhar data de estreia: O Tempo e o Vento será lançado no dia 2 de agosto de 2013. O filme
é dirigido por Jayme Monjardim, que retorna aos cinemas nove anos após
Olga, visto por mais de três milhões de pessoas. A adaptação
cinematográfica do romance "O Continente", escrito por Érico Veríssimo, é
estrelada por Fernanda Montenegro, Mayana Moura, Janaína Kremer, Thiago Lacerda, Cléo Pires,
Marjorie Estiano e mais atores que formam o grande elenco. A trama gira em torno das disputas entre duas famílias gaúchas e acompanha 150 anos da história do estado do Rio Grande do Sul. O livro de Veríssimo ficou conhecido pelo grande público após o
sucesso da minissérie homônima de 1985.
Mayana Moura é Luzia Cambará na adaptação da obra de Érico Veríssimo.
Em um evento promovido pela Honda, no Barzin, em Ipamena, Mayana Moura e a cantora Marina Lima atacaram de DJ's da casa noturna.
Há cerca de três semanas Mayana começou a gravar, em São Paulo, cenas da próxima novela das 19h, Guerra dos Sexos. Na entrevista que concedeu à Caras, ela contou que fará uma "vilã mais leve."
"Estou
animadíssima. Na novela sou uma vilã, amante do Vitorio (Carlos Alberto Riccelli). Está muito legal, o elenco é
primoroso. Estou me divertindo muito com o Jorginho Fernando, é a minha primeira comédia e ele dá
uns toques muito legais. Difícil é não rir em cena. É maravilhoso fazer vilã,
ainda mais no horário das sete, em que faço uma vilã mais leve", falou.
"Tenho cara de má", assume a atriz. "O problema é segurar o carão nesta trama, uma comédia rasgada. Difícil é não rir. Nesta novela, até o trágico é cômico", brincou.
A atriz
contou que conferiu trechos da primeira versão do folhetim, mas salientou: "assisti a algumas cenas
clássicas, mas o Silvio (de Abreu)
quer fazer uma nova novela".
Acostumada às transformações
no looks em razão das exigências dos personagens, Mayana comentou sobre o
estilo “camaleônico”. "Adoro
mudar, ficar com o cabelo horroroso, assimétrico, glamouroso, misturar feio com
bonito. Gosto de brincar com as possibilidades do rosto. Acho que o escuro
combina mais comigo, quando estou loira fico meio perdida",
confessou.
Entre os próximo projetos,
Mayana também pretende continuar se dedicando à carreira de cantora. "Vou lançar um disco EP [Edição
Promocional] agora, com
cinco musicas. Em São Paulo no dia 17 e no Rio de Janeiro no dia 29, data do
meu aniversário de 30 anos", disse.
Recentemente, a estrela da
Globo gravou o filme O Tempo
e o Vento em Pelotas e Bagé no Rio Grande do Sul. O resultado, segundo
ela, ficou “deslumbrante”. “Sou
enlouquecida pela cultura gaúcha, então fazer minha personagem favorita do meu
filme favorito sobre o Sul foi muito legal. Minha personagem é a Luzia, ela é
mórbida e é a antagonista da Bibiana, que é a personagem principal",
descreveu.
Agora só resta a nós, aguardar pelo resultado dos trabalhos dessa brilhante artista que se destaca tanto pela sua música quanto pela sua atuação.
Mayana deu adeus aos cabelos longos e mais escuros que fazia parte da caracterização da sua personagem Luzia em O Tempo e o Vento. Agora, possui os fios mais claros num tom acobreado e estão mais curtos, justamente para dar vida a Veruska, sua nova personagem na novela Guerra dos Sexos. Guerra dos Sexos que é uma trama original de Sílvio de Abreu, passará por uma adaptação do próprio autor aos dias atuais e substituirá a novela Cheias de Charme, atualmente no ar no horário das 19h.
Mayana e Rudi Werner, responsável por sua mudança.
Novas fotos de Mayana Moura como Luzia em O Tempo e o Vento. A personagem que passará maus bocados após a morte de Bolívar (Igor Rickli), mostra mais uma vez seu olhar expressivo em uma das fotos.
Ficaram curiosos? Em 2013 poderemos deleitar-nos com essa fantástica produção sobre a obra de Érico Veríssimo e saber tudo sobre a Luzia de Mayana. Abaixo confira as fotos:
Preparamos uma entrevista inédita com a atriz Mayana Moura, sobre a personagem Luzia Cambará, do longa O Tempo e o Vento. Vocês não vão encontrá-la em nenhuma revista, pois foi feita para este blog. Espero que gostem! Cliquem nas fotos para ampliar!
Em prol da Vila Vicentina (abrigo de idosos), o Comitê Regional de Bagé, na comemoração dos seus 20 anos, realizará um leilão no dia 29 de julho. Um dos itens que serão leilorados é um chapéu autografado pela equipe de produção e elenco do filme O Tempo e o Vento. A ideia é comprar camas hospitalares para os idosos. Mayana contribuiu com o seu autógrafo, apoiando a Vila Vicentina.
Mayana autografando o chapéu que será leiloado no dia 29 de julho.
"A genuína solidariedade é aquela praticada com quem nem mesmo conhecemos."
Mayana Moura, que deu vida a personagem Luzia Cambará, já encerrou a sua participação no filme. A personagem que é dona de uma personalidade desafiadora, com certeza se tornou mais um marco na carreira da excelente atriz. A seguir trazemos a foto do parto onde Luzia dá a luz a Licurgo, seu filho com Bolívar, e uma foto do olhar marcante de Mayana como Luzia.
Trecho do livro descrevendo a Teiniaguá:
As
mulheres reparavam nos seus vestidos, nos seus penteados, nos seus “modos de
cidade”, mas, bisonhas, não tinham coragem de se aproximar da recém-chegada,
tomadas duma grande timidez e duma sensação de inferioridade. Em muitas esse
acanhamento se transformava em hostilidade; noutras tomava a forma de
maledicência. Luzia era rica, era bonita, tocava cítara – instrumento que pouca
gente ou ninguém ali na vila jamais ouvira – sabia recitar versos, tinha bela
caligrafia, e lia até livros. Os que achavam que Santa Fé não podia dar-se o
luxo de ter um sobrado como o de Aguinaldo, agora acrescentavam que a vila
também “não comportava” uma moça como Luzia.
Na reta final das gravações, a equipe de "O Tempo e O Vento" realizou coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (25/05/2012), na cidade de Candiota.
O evento reuniu os atores Thiago Lacerda, Mayana Moura, Igor Rickli e
Janaína Kramer, além do produtor Beto Rodrigues e a roteirista Letícia
Wierzchowski, que responderam às questões da imprensa. O encontro
aconteceu na Vinícola Miolo, em Candiota.
Ficou a cargo do prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, dar início à
coletiva de imprensa. Folador ressaltou a importância da filmagem da
produção na região. “O filme divulgará essa região não só para o Brasil,
mas para todo o mundo”, disse.
Na ocasião, e incitado pelas perguntas realizadas durante a coletiva,
o diretor Jayme Monjardim traçou uma retrospectiva da produção, desde os primeiros
esboços até a última cena filmada em Bagé. Ele contou que o filme faz
parte de um projeto pessoal ambicioso, que há seis anos está em fase de
preparação. “Logo que eu dei início ao trabalho, a primeira questão que
surgiu foi que nós tínhamos pela frente muito trabalho árduo, se
tratando de uma história minuciosa, com muitos personagens. Por este
motivo, resolvi traçar 150 anos da obra sob o olhar feminino, na ótica
da personagem Bibiana”, contou.
Quando questionado sobre a importância do longa para a cinematografia
brasileira, o diretor afirmou que prefere não rotular o filme como um
divisor de águas. “O filme está amadurecendo, nós estamos nos empenhando
o máximo para que isso aconteça. Mas seria muita pretensão rotular o
filme dessa forma”, afirmou.
O diretor também comentou sobre o futuro da cidade cinematográfica de
Santa Fé, que após as filmagens, passa a ser de responsabilidade do
município. “Estamos deixando um legado incrível para a cidade. Esperamos
que ele seja conservado e mantido. Para isso, é importante que as
empresas participem, ainda mais se tratando de cultura”, disse.
Monjardim ainda deixou escapar um segredo que vinha
sendo guardado do a sete chaves: uma composição inédita de Tom Jobim, na voz de
Caetano Veloso, será incluída na trilha sonora do longa.
Será a música de
encerramento do filme, para os créditos, confirma a produção de O Tempo e O
Vento. A trilha completa ainda não foi definida, está sendo realizada uma
pesquisa com músicos gaúchos e o tom final deverá ficar por conta da Orquestra
Filarmônica de São Paulo.
— Vai ser uma trilha internacional — diz Monjardim.
Um clipe contendo cenas, algumas gravadas até agora deu uma prévia do
que está por vir e deixou todos os presentes com gostinho de quero mais.
Ao final, o clipe foi longamente aplaudido.
Abaixo, um video sobre a coletiva:
A jovem estudante de Direito, Elisama Maryan foi uma das convidadas da coletiva de imprensa do filme O tempo e o vento e trouxe para nós algumas belas imagens:
Neste sábado (26/05/2012), foram retomadas as gravações do filme O tempo e o vento de Jayme Monjardim, em Pelotas. Pela manhã, a partir das 7h, a equipe gravou na capela da Beneficência Portuguesa a passagem que retrata o casamento de Luzia (Mayana Moura) e Bolívar (Igor Rickli). Foram utilizados em torno de 30 figurantes.
Mais uma vez, a personagem Luzia chama a atenção pelo seu figurino
elaborado e, dessa vez, homenageou o estilo romântico, usando um vestido
branco com rendas, babados e mangas à moda antiga.
Nas palavras do fotógrafo Nauro Júnior: "Uma foto para eternizar aquele momento mágico, onde pessoas reais entram dentro das páginas de um livro e viram personagens. O registro é para quando voltarem a realidade, o pedaço de papel em forma de fotografia, seja uma espécie de bilhete onde um personagem do passado lhe manda um recado.
- Tu não estava sonhado. Realmente fostes convidado para o casamento do filho do Capitão Rodrigo."
As fotos acima são de Nauro Júnior, que tem 40 anos de vida e 20 de fotografia. Há 13 anos é fotógrafo da sucursal da Zero Hora em Pelotas, responsável pela cobertura dos municípios do sul do Estado.
Abaixo, algumas fotos do fotógrafo Fernando Nipper: